Ninguém morre de amor

 

No fim, é verdade, ninguém morre de amor.

No fim, é verdade, ninguém morre de amor.
A dor do abandono é incomparável, o eco da solidão é assustador, o buraco que se abre na alma deixa sem ar, as lágrimas são como rios, a voz fica embargada, choramos tanto que chegamos a tremer, parece que o Apocalipse se faz dentro de nós, e que não existe nada que possa nos ajudar.

Porém, com o tempo a gente começa a aceitar. Começa a acreditar que tudo faz parte de um plano maior. Que aquela noite sangrenta, dolorosa, amarga e inesquecível, vai ficar para sempre na nossa vida, mas irá nos engrandecer.

E aí, a gente vê... Que a vida segue. É só permitir.

Eduardo Sabino

 

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