“Deste doce querer somos refém,”
Presos em versos, livres em emoção;
Num mar de rimas, buscamos a perfeição.
“Deste doce querer somos refém,”
De um amor que não tem explicação,
Que nos consome, nos devora
E nos faz criar sem pausa, sem razão.
“Deste doce querer somos refém,”
De um sonho que não tem fim,
De um desejo que não cessa,
De um amor que não se apaga, não some.
“Deste doce querer somos refém,”
Presos em versos, livres em paixão;
Num mar de rimas, buscamos a emoção
E encontramos a nós mesmos sem disfarce, sem máscara
Perdidos no infinito, em busca da nossa alma.
Que a alma não se perca no infinito,
Que encontre alento na aurora,
Um refúgio que o segredo escondeu
E se encontre na luz, onde a verdade floresceu.
E se encontre na luz, onde a verdade floresceu,
E se reconheça no silêncio onde o coração sussurrou
Um segredo guardado, uma verdade escondida,
Um amor que espera, uma alma que se despedaçou.
Um amor que espera, uma alma que se despedaçou
E, na eternidade, encontra um abraço
Seguro e forte, um refúgio verdadeiro,
Onde o amor reside e o coração está inteiro.
Um amor que tece o bordado da vida
Com estrelas no céu e ondas no mar;
Num ritmo constante, uma canção sentida,
Um amor que flui… e nunca vai parar.
Teeh Sant' Anna
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